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Principal teste para detectar problemas de audição é a audiometria, que é realizado por uma fonoaudióloga, para avaliar a parte funcional do ouvido, o grau de perda da audição e sua configuração – se perda ocorre em sons graves e/ou agudos.
A audiometria trabalha com as freqüência do som, medidas em decibéis, obedecendo a uma escala que determina o grau da perda de audição. No exame são utilizadas técnicas que dependem da participação do paciente, por isso, só é recomendável para crianças dos 3 anos de idade. Para bebês de zero a três anos já existem outros testes que podem auxiliar no diagnóstico.
A escala utilizada vai de zero a 120 decibéis. Um ouvido adulto normal escuta até 25 decibéis ou menos, para a criança são 15 decibéis, medidas que ficam entre o som da respiração e do sussurro, de baixíssima intensidade. Se o ouvido começa a ouvir a partir de 50 dB é caracterizada uma perda leve; entre 55 e 70 dB a perda é moderada; de 75 a 90dB, severa; acima de 90 dB profunda.
Cada tipo de perda traz uma conseqüência que pode ser entendida usando como exemplo uma conversa entre duas pessoas. Que sofre de uma perda leve só ouve se estiver bem próximo de quem está falando; na moderada, mesmo estando perto, ouve com dificuldade, exigido a repetição de algumas palavras ; na severa e profunda não escuta vozes e muitas vezes nem a própria voz, que tem a intensidade pro volta de 65 Db.
A audiometria é usada tento na avaliação quanto no monitoramento da audição, para detectar se a perda está progredindo. O aparelho é indicado para casos que vão desde perdas leves até profundas e tem pro objetivo proporcionar uma audição julgada socialmente normal ao paciente. |